10 tipos
diferentes de
anticoncepcionais



Pílula anticoncepcional:

através da ingestão diária
de hormônios em
pequenos comprimidos, o
corpo inibe a ovulação,
etapa essencial para que
ocorra a gravidez.


Dispositivo intrauterino
(DIU): 

pequena haste inserida no
útero, em formato de T ou
Y, que libera substâncias
que tornam o local hostil
para o espermatozoide.


Injeção
anticoncepcional:

funciona através da
aplicação direta de
hormônios no corpo,
que ocorre a cada um
ou três meses, e impede
a liberação de óvulos
no período fértil.



Diafragma:

dispositivo de borracha
de silicone, com formato
similar a uma concha, que
é introduzido na vagina
antes de cada relação
sexual e é utilizado com
um espermicida.


Adesivo
anticoncepcional:

é trocado a cada uma
semana, durante três
semanas seguidas do mês,
e sua estrutura libera
hormônios no organismo.



Anel vaginal:

formado por um plástico
flexível, ele é introduzido
na vagina e libera
hormônios, gerando
um efeito parecido com
a pílula anticoncepcional
e o adesivo.



Implante contraceptivo: 

é inserido no braço da
paciente e pode durar
até 3 anos. A haste, que
contém progesterona,
fica embaixo da pele.



Pílula do dia seguinte: 

pode ser usada até 72
horas após a relação sexual
desprotegida, causando 
uma descamação no útero
e impedindo a implantação
do óvulo fecundado.



Tabelinha menstrual:

é usada para calcular
o ciclo menstrual e
descobrir quais são os dias
mais férteis, evitando que
ocorra relação sexual
durante esse período.



Camisinha: 

além de prevenir uma
gravidez, o preservativo
(masculino ou feminino) é
responsável por evitar a 
contaminação por
infecções sexualmente
transmissíveis.

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