Aspartame:
como usar de forma segura e contraindicações

Bastante utilizado na indústria alimentícia, o aspartame é um adoçante artificial de baixo valor calórico, capaz de adoçar até 200 vezes mais do que o açúcar comum.

Sendo assim, o aspartame pode auxiliar em dietas para controlar o peso se adicionado a uma rotina alimentar saudável e substituindo o uso do açúcar em receitas.

Pessoas com diabetes também podem se beneficiar dele como forma de controlar as taxas de açúcar no sangue, evitando picos de glicemia e o acúmulo na circulação.

Todavia, embora mais saudável do que o açúcar comum, ele possui contraindicações e seu consumo deve ser feito, preferencialmente, com a orientação de um nutricionista.

Além de ser contraindicado para pessoas com fenilcetonúria, nutricionistas alertam sobre alguns dos riscos do consumo excessivo de aspartame à saúde.

Se consumido em excesso,
o adoçante pode alterar a microbiota intestinal, prejudicando o processo de digestão, e causar outros problemas, como tontura, náusea, vômito e dor de cabeça.

Por isso, assim como o açúcar, o aspartame deve ser consumido moderadamente para evitar qualquer desequilíbrio ou desconforto no organismo.
Sem exageros, viu?

Para a ingestão diária, a quantidade recomendada de aspartame para um adulto de 60 kg é de 2400 mg - valor equivalente, em média, a três sachês ou 10 a 12 gotas.

Porém, não se esqueça! O aspartame não deve substituir o açúcar em receitas que vão ao forno, pois adoçantes não se comportam bem em temperaturas altas. Sabor desagradável? Aqui não!

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