Como é feito o diagnóstico de autismo em adultos?

Até hoje, o autismo é um assunto cercado por tabus e preconceitos. Por isso, muitas pessoas dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA) acabam sendo diagnosticadas apenas na fase adulta.

No Brasil, estima-se que o autismo afeta dois milhões de pessoas. E muitas delas poderiam viver melhor se recebessem um diagnóstico ainda na infância, o que facilitaria o tratamento do transtorno.

Em geral, uma pessoa é diagnosticada com TEA antes dos 18 meses de idade. Porém, há inúmeros casos de autistas que recebem o diagnóstico quando já são adultos.

Autismo em adultos

Em muitos casos, as pessoas costumam apresentar sinais típicos do transtorno, como dificuldade na fala, tendência ao isolamento, dificuldade de socialização e necessidade de manter uma rotina.

O diagnóstico tardio de autismo costuma ter vários motivos. Um deles está atrelado a pacientes que apresentam sintomas leves e que, quando criança, passam despercebidos.

Diagnóstico

Outro motivo pode ser um quadro clínico presente no paciente que mascara os sinais de TEA. Por exemplo: uma pessoa com deficiência intelectual e cujo diagnóstico de autismo não tenha sido avaliado.

É importante lembrar que uma pessoa não desenvolve o autismo ao longo da vida. Apesar do diagnóstico tardio, é consenso que os sintomas do TEA devem estar presentes desde os primeiros anos de vida.

O diagnóstico de autismo em um adulto acontece da mesma forma que com crianças: com a ajuda de psiquiatras e neurologistas, que podem entrevistar o paciente e seus familiares.

Como identificar?

Não existe um exame específico para o diagnóstico do autismo. O que ajuda a identificar o TEA na fase adulta são os sinais do espectro. Por isso é tão importante procurar especialistas o quanto antes.

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