Como mulheres
lésbicas podem se
proteger de ISTs

Você já deve ter reparado
como as informações sobre
sexo seguro e prevenção de
ISTs entre mulheres ainda
são precárias.

Mas é fundamental se proteger
em qualquer prática sexual,
seja entre homens, mulheres
ou pessoas de sexos opostos!
Veja como se cuidar quando o
assunto é sexo entre mulheres:

Infecções sexualmente transmissíveis

O sexo entre elas pede atenção sobre ISTs. Entre as formas de transmissão, estão: contato das mucosas, sexo oral, contato com sangue e penetração de dispositivos.

Também é importante visitar o ginecologista além das consultas de rotina. Vale ir ao médico principalmente em casos de comportamento de risco.

Comportamento
de risco

Comportamento de risco para a
ocorrência de ISTs leva em conta
número de parceiros, sexo
desprotegido, uso de álcool e
drogas ilícitas e tabagismo.

De acordo com a ginecologista Débora Oriá, é bom ligar o alerta se o número de parceiras passar de um total de mais de três no ano.

"Não importa se são homens ou mulheres. A paciente precisa passar no ginecologista, coletar sorologias e fazer os exames de rotina", diz a médica.

Consulta ginecológica

A consulta com um ginecologista deve ser feita anualmente ou quando a paciente tiver alguma dúvida sobre seu próprio corpo ou práticas sexuais.

É importante realizar exames ginecológicos, como papanicolau, ultrassom transvaginal, ultrassom pélvico e até exames de sangue para detectar ISTs.

É recomendado destacar sua orientação sexual, pois a penetração, por exemplo, é determinante para a recomendação de determinados exames, como o ultrassom transvaginal.

Proteção no sexo entre mulheres

É recomendado que cada parceira tenha o seu próprio brinquedo sexual, vibrador ou plug, e que se evite trocas.

Se houver o uso de objetos para a penetração retal, não inserir o mesmo item na vagina.

As mulheres podem utilizar camisinhas cortadas, calcinhas de látex, dedeiras ou luvas para se proteger.

O diálogo entre as parceiras também é essencial para compartilhar resultados de exames e se certificar que estão seguras.

A observação da vagina da parceira é importante para verificar a presença de verrugas ou feridas que possam indicar uma doença.

Essas e outras informações estão detalhadas na cartilha "Velcro Seguro: O guia da saúde sexual para mulheres lésbicas e bissexuais com vulva", da publicitária Nicolle Sartor. Acesse!

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