COVID duas
vezes: é possível?
O que fazer?

Cientistas de todo o mundo
utilizam alguns critérios para
realizar o diagnóstico de uma
nova infecção.

De acordo com o Ministério da
Saúde, novos casos só podem
ser confirmados após a aplicação
do teste RT-PCR em tempo real
para o vírus SARS-CoV-2.

Esse teste é feito num
intervalo de tempo igual ou
superior a 90 dias desde a
primeira infecção.

Isso porque estudos recentes
sugerem que os dias de
apresentação entre duas
reinfecções variam muito, um
período entre 48-120 dias entre
dois episódios de sintomas
característicos da doença.

Além disso, a reinfecção
é confirmada com o
sequenciamento do genoma
viral, que revela se a pessoa foi
infectada com vírus diferentes.

É preciso que o PCR tenha apontado negativo nos dias entre os diferentes episódios de infecção, confirmando que houve a reinfecção, e não a recaída do primeiro quadro de coronavírus apresentado.

Reinfecção x Vacinação

Com a confirmação de novos
quadros de reinfecção, muitas
pessoas questionam a eficácia
das vacinas e o impacto da
imunização nesses casos.

Segundo especialistas, há uma série de coleta de dados e análises que ainda devem ser feitas para entender as consequências da COVID-19.

Todos os imunizantes disponíveis atualmente contra o coronavírus têm como objetivo evitar a progressão da doença para casos graves. Ou seja, as vacinas não protegem contra uma nova contaminação.

Por isso, é importante, neste momento, seguir com as medidas de proteção contra o coronavírus, como uso de máscara e distanciamento social, até que a pandemia esteja devidamente controlada.

Clique aqui e leia mais

Tudo para sua
saúde e bem-estar
você encontra aqui