É possível tratar as manchas do vitiligo?

Definido como uma alteração na pele que leva ao aparecimento de manchas brancas pelo corpo, o vitiligo é uma doença que pode ocorrer em qualquer pessoa, de todas as idades e tons de pele.

Essas manchas podem ter vários tamanhos e afetar qualquer parte do corpo, inclusive os cabelos. Mas ela não é contagiosa e não provoca outros sintomas.

Como a causa principal da doença é desconhecida, existe uma grande dificuldade para os médicos saberem qual é o tratamento mais apropriado para cada caso.

Porém, é importante ressaltar que, embora não haja um tratamento definido, o vitiligo não é incurável e a situação pode ser muito bem controlada e até revertida.

Como cada caso é único, é preciso haver um bom entendimento entre o médico e o paciente para que o tratamento seja efetivo. Um acompanhamento psicológico também é bem vindo, viu?

Por não ter um tratamento único e definido, cada caso de vitiligo deve ser analisado individualmente por um profissional.

Como funcionam os tratamentos?

A princípio, o médico pode adotar medidas como a prescrição de vitaminas antioxidantes que, combinadas a outros fatores, contribuem na fabricação de melanina na pele.

Aliás, a estimulação da síntese de melanina pode ser feita de várias formas. A mais comum é utilizar um grupo de medicamentos chamados psoralênicos junto com luz ultravioleta A.

Nesse procedimento, os melanócitos são estimulados a produzir pigmentos, de modo que, quanto menor a mancha, mais favorável é o resultado. Interessante, né?

Existem ainda os tratamentos à base do aminoácido fenilalanina combinado à aplicação de luz, além de cremes antioxidantes que podem pigmentar a pele.

E existem ainda procedimentos cirúrgicos que podem tratar o vitiligo! No geral, eles consistem em trazer uma célula boa para o local em que não existe mais pigmento.

Outras abordagens, como procedimentos terapêuticos e tratamento com laser, também podem ser aliados nesse processo.

Vale destacar que os tratamentos para o vitiligo só apresentam melhoras significativas a médio e longo prazo, sendo o período mínimo de um ano para que a pessoa comece a sentir a diferença.

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