O que é racismo
reverso e por que
ele não existe

O racismo é uma forma de
preconceito e discriminação
baseada na raça de determinado
grupo populacional. Um dos
casos que exemplificam muito
bem o racismo é o preconceito
contra a população negra.

Uma pessoa branca pode
até sofrer preconceitos e
discriminação, mas não sofre
perseguição e segregação
por conta de sua cor de pele.
Por isso o racismo reverso
não existe.

As cotas raciais são um exemplo usado para justificar a existência de racismo reverso. Esse pensamento, porém, é errôneo, pois elas agem no sentido de criar uma reparação histórica e diminuir a desigualdade racial.

Segundo Edna Ramos Soares, Coordenadora Regional da Associação Nacional da Advocacia Negra, dos povos que fundaram o Brasil, apenas os brancos se mantiveram no poder, contando sua versão da história.

Com essa imposição cultural de raça, povos indígenas e africanos passaram a ser considerados sem valor por terem culturas diferentes de seus colonizadores.

Essa versão da história branca europeia dos colonizadores como uma visão única fez com que o racismo se estruturasse em todos os aspectos da vida social brasileira.

Nesse processo, sempre houve desvalorização da cultura de outras raças que não a branca, da aparência e de tudo que é relacionado aos negros, que passaram a ser considerados menores, inferiores e feios.

Até mesmo práticas de sua cultura foram tipificadas como crime ou contravenção, como é o caso da capoeira, religiões de matriz africana e o samba.

Dessa forma, considerando o fato de que a população negra, indigena e asiática não domina as instituições brasileiras, a ideia de racismo reverso, um "racismo contra brancos” é errônea.

A propagação desse conceito de racismo reverso cria antipatia e o não reconhecimento de que o Brasil foi constuido com fundamento na escravidão e na desigualdade.

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