O que já sabemos
sobre a dose de
reforço da vacina
contra a COVID-19

Desde que a vacinação contra
a COVID-19 começou, uma
importante questão também
surgiu: precisaremos de doses de reforço? Por isso, separamos algumas informações sobre a terceira dose.

Estudos sobre a dose de reforço contra o coronavírus
já estão em andamento e
alguns países iniciaram sua
distribuição - inclusive o Brasil. 

De acordo com o Ministério da
Saúde, a partir de 15 de setembro, pessoas acima de 80 anos e imunossuprimidas que tomaram a vacina há, pelo menos, seis meses poderão tomar o reforço.

Vale, porém, consultar como será a vacinação de reforço no seu estado e município. Isso porque cada localidade está seguindo o seu próprio calendário.

Apesar da confirmação, especialistas acreditam que o ideal seria, primeiramente, garantir a vacinação total da população e aguardar a conclusão dos estudos sobre a dose de reforço.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclareceu a necessidade da terceira dose, reforçando a importância da vacinação total da população, e também já solicitou dados sobre o assunto.

O que se espera da terceira dose é que as células de memória sejam reativadas e aumentem a eficácia e a duração da vacina, uma vez que não se sabe os prazos de validade das duas primeiras doses.

É preciso reforçar também que, apesar dos avanços da imunização no Brasil, ainda é necessário somar estratégias de prevenção à infecção, como o uso de máscaras e o distanciamento social.

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