Ômicron: vacinas atuais protegem contra a variante?

Identificada pela primeira vez na África do Sul, a Ômicron, nova variante do coronavírus, preocupa cientistas e governantes pela sua rápida evolução e escassez de dados.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há um risco maior de reinfecção da COVID-19 pela Ômicron do que as outras variantes - porém, ainda não está claro o tamanho dessa ameaça.

Classificada como uma variante preocupante, a Ômicron posui cerca de 50 mutações que, teoricamente, a ajudam a se espalhar rapidamente.

O que se sabe sobre a Ômicron?

A mutação tem provocado sintomas incomuns, mas leves, como dores musculares, cansaço, "coceira na garganta" ou sensação de "garganta arranhando", febre baixa e tosse seca.

Sintomas da variante Ômicron

Segundo especialistas, as alterações genéticas sugerem que ela tenha maior escape imunológico, ou seja, um risco aumentado de reinfecção e falha vacinal.

Vacinas atuais protegem contra a Ômicron?

Contudo, até o momento, não se sabe a resposta das vacinas a essa variante, ainda que os testes diagnósticos de PCR atuais do SARS-CoV-2 continuem a detectá-la.

Há uma série de estudos em andamento avaliando a variante e a OMS comunicará as novas descobertas aos Estados Membros e ao público, conforme necessário.

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