Por que a síndrome do impostor atinge mais mulheres?

Você já se sentiu como se fosse uma fraude ou tem aquela sensação constante de fracasso, ainda que receba elogios sobre seus esforços? Então, talvez, seja hora de você conhecer a síndrome do impostor.

Esse é um quadro definido pelo desmerecimento dos próprios talentos e capacidades, seja na vida profissional, acadêmica ou em qualquer outro setor da vida.

O que é a síndrome do impostor?

Ou seja, ainda que a pessoa seja bem-sucedida, tire boas notas ou tenha sucesso em algo, ela não consegue sentir orgulho de si mesma e associa suas conquistas a sorte ou ao acaso.

Embora não tenha gênero, a síndrome do impostor afeta mais mulheres do que homens. Segundo especialistas, isso ocorre por questões culturais patriarcais e machistas.

Síndrome atinge mais mulheres

Desigualdade de direitos e oportunidades, diferença de salário, opressão, inferiorização e objetificação: tudo isso impacta no que se refere à autoestima da mulher.

Sobrecarregadas com tantos papéis, elas, além de terem que se desdobrar para dar conta de tudo, ainda precisam provar que merecem ser reconhecidas - tanto socialmente quanto no meio corporativo.

E, quando são, finalmente, valorizadas, devem fazer ainda mais para que possam permanecer onde estão. Ou seja, é um ciclo vicioso e exaustivo.

Quem convive com o quadro costuma sofrer com ansiedade, frustração e angústia. E quando não tratado, ele pode ter diversas consequências na saúde mental.

Impactos da síndrome do impostor

Uma pessoa que sofre com a síndrome do impostor pode procurar ajuda psicológica e afetiva, com o intuito de reestruturar suas emoções e aprender a se reconhecer como capaz e suficiente para si mesma.

Alguns hábitos diários também podem ajudar na luta contra a autossabotagem, como listar as próprias conquistas e aprender a ser um pouco mais gentil consigo mesmo.

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