Quais são as
sequelas da
COVID-19 para
o coração?

O coronavírus não traz
consequências apenas enquanto
a COVID-19 está ativa no
organismo. O vírus pode deixar
marcas por um longo período.

O que sabemos hoje é que o
órgão mais atingido é o pulmão.
No entanto, já está comprovado
que a COVID provoca lesões
em outros órgãos e tecidos,
como o cérebro e o coração.

O coronavírus pode danificar o coração por caminhos diferentes já que o órgão é uma das peças-chave para o funcionamento do corpo tal como o pulmão.

Ambos trabalham juntos a fim de manter a oxigenação do corpo. Desse modo, quando o pulmão é afetado por uma doença respiratória, como a COVID, o coração também pode ser prejudicado.

Além disso, o coronavírus pode atacar diretamente o músculo cardíaco, causando a miocardite - mesmo em pacientes que não apresentaram quadros mais complicados da doença e até entre assintomáticos.

A miocardite não é uma condição necessariamente grave, mas, em alguns casos, gera arritmias, leva à insuficiência cardíaca e, mais raramente, à necessidade de transplante do órgão.

Nem sempre receber alta significa recuperação total. A atividade inflamatória provocada pelo coronavírus pode persistir de maneira silenciosa, inclusive com a possibilidade de sequelas crônicas.

Alguns estudos apontam que, mesmo 60 dias após o fim dos sintomas, quase 80% dos pacientes ainda têm algum grau de inflamação que atinge o coração. Ou seja, certos riscos permanecem.

Para quem teve COVID, antes de retomar as atividades físicas, procurar um cardiologista para fazer exames investigativos, especialmente em caso de sintomas recorrentes, é importante.

Aos demais, cabem os cuidados de sempre: vacinação, uso de máscara e álcool gel e distanciamento social. A prevenção ainda é a melhor forma de se proteger.

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