Quem pode se beneficiar com a reprodução assistida?

Previsto em lei no Brasil, o planejamento familiar é um direito de todo cidadão e simboliza a escolha do melhor momento para a chegada de um ou mais filhos.

Nesse sentido, é importante lembrar que existem diferentes tipos de família e os métodos de reprodução assistida podem ajudá-las a transformar esse sonho em realidade.

Para cada caso, os especialistas recomendam certos tratamentos de fertilidade que podem trazer os melhores resultados. Por isso, saiba quais técnicas são mais indicadas em cada configuração familiar:

O tratamento mais adequado depende da causa da infertilidade do casal e a técnica menos complexa para esses casos seria o coito programado.

Casal heteronormativo

Outra opção é a Fertilização In Vitro (FIV), na qual são retirados óvulos diretamente do ovário para unir ao espermatozoide em laboratório. Depois, há a transferência do embrião para o útero.

A mulher precisa recorrer ao banco de sêmen para escolher um doador e pode optar junto ao especialista pela inseminação intrauterina ou pela fertilização in vitro.

Produção independente

Até os 35 anos, com boa reserva ovariana e boa função da trompa, a inseminação traz excelentes resultados, sendo uma técnica mais simples. Em outros casos, a FIV é o mais recomendado.

Nesse caso, para fazer a fertilização in vitro, são necessários os óvulos de uma doadora e uma candidata a ser o útero de substituição.

Casal homoafetivo masculino

Assim, é feita a formação do embrião em laboratório com o sêmen de um dos parceiros e, depois, a transferência para o útero da voluntária. No Brasil, este processo é anônimo e não remunerado.

Além disso, a doação de óvulos e o útero de substituição podem vir de uma pessoa conhecida, desde que seja parente de até 4° grau de um dos membros do casal e seja excluída a consanguinidade.

É possível realizar a inseminação intrauterina com o sêmen de um doador no útero de uma das parceiras. Outra alternativa popular é a fertilização in vitro.

Casal homoafetivo feminino

Na segunda opção, a técnica pode ser realizada na mesma mulher que forneceu o óvulo ou na sua parceira e, assim, uma seria responsável pelo gameta e a outra, por gestar.

Para adiar o sonho da maternidade, é recomendado que a mulher congele seus óvulos até os 35 anos. Com isso feito, na hora de gerar um bebê, ela pode recorrer à FIV.

Maternidade tardia

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