Ser adulto com síndrome de Down: como é viver essa fase?

Também chamada de trissomia do cromossomo 21, a síndrome de Down é caracterizada por  um conjunto de sintomas físicos e também intelectuais típicos da condição.

Por ser identificada logo no nascimento, a síndrome costuma ser associada a crianças e jovens. Mas isso não significa que pessoas com Down não cheguem até a fase adulta.

A vida de uma pessoa com Down na vida adulta pode ser tal qual a de pessoas sem a condição - ainda que sua entrada nessa fase ocorra com uma velocidade diferente. 

Síndrome de Down na fase adulta

Um passo importante para a pessoa chegar à fase adulta é se conhecer melhor e entender seus próprios limites para, então, compreender seu lugar no mundo.

Segundo o neurocirurgião Renato Andrade, mesmo em casos mais graves, a independência na vida adulta pode ser alcançada.

Autonomia

Mas isso exige um processo diferenciado, que deve ser iniciado ainda nas primeiras fases da vida. Nesse momento, o apoio dos cuidadores, de pessoas da família, de amigos e da rede de apoio é essencial.

Além do incentivo à autonomia, é fundamental também o entendimento de que pessoas com síndrome de Down possuem sonhos, vida sexual e amorosa, planos para a carreira e assim por diante.

Para isso, é válido compreender aspectos importantes do processo de desenvolvimento e de maturidade pessoal. Estímulos psicomotores, físicos e cognitivos podem ajudar.

Além disso, é preciso levar em conta as particularidades de cada um, afinal, as limitações variam e há diferenças no processo de maturação de pessoa para pessoa.

É muito importante também que a pessoa com síndrome de Down mantenha um estilo de vida saudável à medida que envelhece, fazendo acompanhamentos com especialistas e check-ups regulares.

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