Situações em que
o racismo está
presente e muita
gente não percebe

Quando é óbvio, o racismo é
questionado, debatido e
pode até ser penalizado.
Preconceito de raça, cor,
etnia, religião ou nacionalidade
são considerados crimes inafiançáveis e imprescritíveis.

Devido a uma herança do
período escravocrata, hábitos,
atitudes e até palavras utilizadas
na época são perpetuadas até
hoje sem que a maior parte da
população saiba ou tenha
consciência disso.

Para elucidar esse tema,
listamos algumas situações
em que o racismo está
presente, mas muita gente
não percebe.

"Mas eu tenho amigos negros"

Essa justificativa é
problemática e incoerente,
uma vez que alguém pode ter
familiares negros e ainda se
comportar de forma racista.

Usar expressões de origem racista

Nosso vocabulário é cheio
de expressões da época da
escravidão, como: “denegrir”,
“mulato”, “criado mudo”, “a
coisa tá preta”, “não sou tuas
negas” e “boçal”.

Mas a lista é bastante extensa, podendo ressaltar ainda as expressões como: "feito nas coxas", "lista negra", "mercado negro", "inveja branca", "humor negro", "neguinho"

Completam a lista de elogios dispensáveis dizer que uma mulher é, por exemplo, "uma negra bonita" ou "da cor do pecado".

Falar que uma pessoa negra tem uma beleza exótica

Exótico é aquilo que não é
comum ou natural. Portanto,
esse tipo de "elogio" mostra
que o referencial é um padrão
idealizado de beleza.

Comentar que
o cabelo de uma
pessoa é ruim

Cabelos crespos, cacheados,
com dreads ou diferentes
tipos de tranças costumam
ser criticados e taxados
como "ruins"

Associar trabalho
mal feito à expressão
"serviço de preto"

Ao dizer que tal serviço ruim
é serviço de preto, dá-se a
entender que todos os
pretos trabalham mal, ao
contrário dos brancos.

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